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Comunicação Popular transforma a vida dx jovem no Campo

Comunicar-se como um direito, em que as opiniões e a pluralidades de ideias consigam ser repassadas a população cumprindo um papel social de informar e proporcionar reflexões críticas, contradizendo o que a grande mídia diz e dissemina, em suas programações diárias, onde poucas empresas, pegam para si, o direito de comunicar-se com milhares de pessoas, disseminando seus interesses e produtos, sem se quer contribuir no desenvolvimento e na produção de consciências pensantes.

Pensando nisso é que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, Brasil de Fato e Centro Popular de Mídias – CPMídias, realizaram entre os dias 30 de setembro e 03 de outubro de 2017 no Centro de Formação Paulo Freire, Assentamento Normandia em Caruaru/PE, o Curso Popular de Rádio.

O curso contou com representantes de organizações populares de todo o Nordeste, do Campo e da Cidade, como MST – Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MPA – Movimento dos Pequenos Agricultores, Levante Popular da Juventude, MOTU, entre outros. Entre estas a Pastoral da Juventude Rural – PJR esteve com representatividade de militantes de seis Estados do Nordeste. Em conversas com os representantes da PJR, eles ressaltaram a importância para eles desse momento, enquanto sujeitos atuantes em suas comunidades, como também para a organização que os mesmos atuam.

Para Josiel Alves, jovem camponês da Paraíba e coordenador estadual da PJR, o curso em si abriu novos horizontes, como também propiciou debates importantes, acerca do rádio popular, “A comunicação radiofônica é uma das ferramentas que todos nós temos que conhecer e poder trabalhar no campo com o rádio que toda agricultora e todo agricultor ouvi, também é uma ferramenta de revolução, pois nele podemos informa o agricultor e a agricultora de seus direitos e avisar dos atos que vai acontecer e de fazer o trabalho de base com os jovens, que a área de radiocomunicação é bem chamativa na construção do projeto popular”, afirma.

Já Wandreson Rodrigues militante da PJR de Pernambuco, destaca o momento como sendo enriquecedor, e também da experiência em contato com o rádio, assim ele diz que “foi uma experiência muito rica em relação a rádio e gravação e produção de áudio radiofônico, e que essa experiência vai ser partilhada no meu grupo de base.”

Elielma Macedo, da coordenação nacional da PJR, por Sergipe, afirma que “O curso foi muito produtivo pra construção e afirmação da nossa comunicação popular”. E que “a metodologia proposta conseguiu atender as suas expectativas , mesmo percebendo que em algumas técnicas não tinha domínio, visto que tinha alguns que as dominavam, conseguiu se apropriar de muitos conhecimentos que antes não dispunha.”

Para o coordenador de comunicação da PJR, Ytalo Lima, esse foi um espaço impar, pois no momento de retrocessos e de golpe em que estamos vivenciando, torna-se tão urgente, quanto necessário, a aproximação com as massas, e o rádio ainda hoje detém esse poder, que é através da linguagem simples, chegar aos vários lares do Brasil, em especial na região Nordeste, onde o mesmo ainda é bastante utilizado.

Experienciar o uso de tecnologias como o rádio que estão a tanto tempo em funcionamento, mas que foi apossado pela minoria empresarial, como sendo um elemento potenciador de divulgação e proporcionador de discussões, o rádio ainda hoje cumpri essa função espetacular, de divulgar e informar, nisso torna se tão urgente a sua potencialização nas mãos da população, assim o curso contribuiu, tanto para informar sobre a função do radio como sendo um elemento potencializador de informações, como também sendo um espaço de disputas de narrativas.

Por Comunicação Nacional da PJR

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