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Juventude Camponesa se mobiliza por melhorias na Educação do Campo


Por Coletivo de Comunicação Carlos Marighella

Estudantes do CETA, TEIA DE AGROECOLOGIA, MUC, MPA, MST, PJR, PJMP, CTB, FETAG, FETRAF, CUT, QUILOMBOLAS, EFAs e Associações de Agricultores, do curso de Licenciatura Plena em Educação do Campo, da UFRB, pararam ruas da cidade de Amargosa/BA na sexta-­feira,13 de março.

A juventude camponesa marchou em apoio ao Abril vermelho dos movimentos sociais; à reforma política; à Petrobras e contra a privatização da mesma; contra a tentativa de Impeachment da atual Presidente da República, e pelo atendimento imediato da pauta e reivindicações do Procampo apresentada à Reitoria e à direção do Centro de Formação e Professores (CFP).

Confira a carta de reinvindicações:

Hoje, dia 13 de Março de 2015, a cidade de Amargosa, no território do Vale do Jiquiriçá – BA,amanheceu com muitos cantos, poesias e palavras de ordem, elementos que compuseram o ato político das/dos estudantes do curso de Licenciatura Plena em Educação do Campo – Ciências Agrárias, da UFRB, curso do Procampo – Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo, que é fruto da luta dos movimentos sociais por uma educação camponesa, estatal, pública, gratuita e contra-hegemônica. Somos jovens, camponesas e camponeses, militantes da classe trabalhadora e estudantes, em disputa de mais espaço, não só nos claustros acadêmicos, como também, no senado e no Congresso Nacional. Isso mesmo! Somos a juventude camponesa lutando pela Reforma Política. Por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político brasileiro, pondo fim, principalmente, ao financiamento privado de campanhas eleitorais, pois entendemos que “quem paga a banda, em uma sociedade capitalista, é quem escolhe a música”. Somos jovens, camponesas e camponeses, militantes da classe trabalhadora e estudantes, em defesa da nossa Petrobras, 100% pública, estatal, à favor do povo e com as contas abertas. Por isso, alertamos à população sobre o golpe em curso para a privatização da Petrobras. As grandes multinacionais, sedentas pelo petróleo e pelo dinheiro, investem pesado no controle das mídias que disseminam a ideia de que para acabar com os “problemas da Petrobras” precisamos privatizá-la.Não! Queremos uma Petrobras 100% pública e estatal.

Somos jovens, camponesas e camponeses, militantes da classe trabalhadora e estudantes, que não iremos nos calar diante de uma tentativa de golpe orquestrada pelo PSDB, e demais partidos neoliberais, que não aceitam a derrota nas eleições de 2014, e manipulam os meios de dominação ideológicos e políticos, com intuito de desestabilizar o Governo, pautando um Impeachment. Mas, diante desse cenário atual, somos jovens, camponesas e camponeses, militantes da classe trabalhadora e estudantes, e não iremos permitir que a UFRB – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, representante direta do Ministério da Educação, por tanto, do Estado Brasileiro, ignore nossa presença nessa universidade.


CETA (Movimento Estadual de Trabalhadores, Assentados, Acampados e Quilombolas);

TEIA DE AGROECOLOGIA (Teia de Agroecologia dos Povos da Cabruca e da Mata Atlântica);

MUC (Movimento de Unificação Camponesa); MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores); MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra); PJR (Pastoral da Juventude Rural); PJMP (Pastoral da Juventude do Meio Popular); CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil); FETAG (Federação dos Trabalhadores na Agricultura); FETRAF (Federação dos trabalhadores na Agricultura Familiar); CUT (Central Única dos Trabalhadores); EFA (Escola Família Agrícola).

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